Mostrando postagens com marcador inovação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador inovação. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

"Pra cego ver": gadget para ajudar deficientes visuais

Dispositivo portátil ajudará quem não enxerga a ler e contar dinheiro

-->

Talvez este seja mais um exemplo de que com dedicação e objetividade podemos fazer coisas consideradas para muitos como improváveis. 

Aos 20 anos, o gaúcho Carlos Alberto Wolke descobriu que perderia a visão completamenteDiagnosticado com retinose pigmentar, uma doença genética, ele decidiu então dedicar-se ao trabalho, à medida que o mundo ao seu redor escurecia. Tornou-se um empreendedor. Fundou a Pináculo, uma empresa de segurança e telecomunicações com sede em Taquara, nas proximidades de Porto Alegre (RS).

A escuridão total veio aos 32 anos, quando passou a usar um software para leitura da tela do computador. Mas não era o bastante. Percebeu, então, que não existia ainda no mercado um aparelho portátil capaz de fazer algo semelhante. Daí decidiu inventá-lo.


Ele queria um aparelho capaz de realizar tarefas simples, cotidianas e que pudesse ser pequeno, de fácil manuseio e transportado facilmente. Criou o Vocalizer, um dispositivo portátil que por meio de uma câmera de alta resolução lê jornais, livros ou revistas. 

Um software de conversão de imagens em textos (OCR) e um sintetizador de voz, permitem ao usuário fotografar textos e ouvi-los em viva voz ou em fones de ouvido. É possível gravar os textos na memória ou descarregar arquivos de um Pen Drive. Além disso, o equipamento que é do tamanho de um radiocomunicador, também consegue reconhecer cores, códigos de barras, cédulas de dinheiro e detecta lâmpadas ligadas. Também funciona como agenda, relógio, calculadora, editor de textos, grava recados e tem acesso à internet. “Como roda Linux, é possível desenvolver outros aplicativos para ele”, afirma Wolke, que atualmente está com 40 anos.


Foto mostra Carlos Alberto Wolke demonstrando o Vocalizer.
Foto divulgação: Diretor da Pináculo, Carlos Wolke, demonstrando seu dispositivo em funcionamento.

O Vocalizer é uma ferramenta revolucionária, destinada às pessoas com baixa visão ou com deficiências visuais, possibilitando uma fantástica experiência ao mundo da informação com maior autonomia e uso simplificado. O projeto só saiu do papel após receber R$1,3 milhão da Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), entidade ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. “Não tínhamos domínio da tecnologia que seria usada, e por isso o desenvolvimento sairia muito caro”, afirma seu criador. O aparelho levou três anos para ficar pronto. Agora, está na fase final de ajustes e deve chegar ao mercado até o fim do ano. O preço inicial previsto é de R$4.000,00.


Vídeo do Youtube, divulgado por sitemovimentolivre

A Pináculo participou em abril deste ano da 11ª Reatech – Feira Internacional Tecnológica em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade – que ocorreu em São Paulo. A projeção da empresa é que o Vocalizer seja vendido em larga escala brevemente.


Fontes: Pináculo
              Info
             Baixa Visão
             Todos Nós

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Carro de controle remoto...e não é de brinquedo

Um sedã chinês pode ser acionado por controle remoto



O mercado automotivo está em constante evolução, sempre buscando satisfazer as nossas necessidades. Os carros estão cada vez mais equipados tecnologicamente para agradar os consumidores mais exigentes e amantes de produtos de última geração. 

Desta vez a fabricante chinesa BYD (isso mesmo, não foi a Toyota, GM, Ford ou muito menos Volkswagen)  mostrou recentemente a nova geração de seu sedã intermediário F3, que tem a honra de ser o primeiro automóvel da história a ter um sistema de controle remoto como acessório de fábrica.

Sabemos que os carros chineses são conhecidos por seu preço camarada e por geralmente chegarem recheados de opcionais. Pelo mesmo preço de um modelo básico, é possível levar para casa um chinês equipado com uma série de opcionais ar-condicionado, direção assistida, airbags, ABS, etc. (só deixem que quebrem...brincadeira).

Mas agora, outro item exclusivamente chinês poderá ser incluído no pacote: um controle remoto. Desenvolvido para ser usado em manobras de estacionamento, o controle só funciona quando o condutor está a até 10 metros de distância. Neste modo de funcionamento, o carro tem sua velocidade máxima limitada a 2 km/h. Bem, daria pra trazer o carro até o motorista num dia de chuva, por exemplo, dependendo de onde foi estacionado.
Foto divulgação: controle para dirigir o carro pelo lado de fora
Fora isto, o novo BYD F3 é um automóvel como qualquer outro, com duas opções de motor 1.5 que podem desenvolver 109 cv (aspirado) e 154 cv (turbo). O controle remoto é opcional no modelo de motor aspirado e item de série na versão turbo.

A tecnologia estará disponível já no BYD F3 Plus, que será lançado oficialmente no Salão de Pequim 2012. Este sedã é baseado na atual geração do Toyota Corolla e possui design renovado.

A marca BYD ensaia sua entrada no mercado de automóveis brasileiro há algum tempo. Em junho, ela estreou no segmento de ônibus com um modelo que troca os tradicionais motores diesel por elétricos. Dá pra ver que esses chineses são chegados em uma novidade e não estão pra brincadeira.

Na Europa, já existe sistema como o Park Assist que estaciona o veículo sem o condutor ao volante. Será que esse sistema vai de fato funcionar como promete? Tal item deverá ser considerado na hora de fazer seguro? 

Eu sempre quis ter um carrinho de controle remoto quando criança. Agora tenho a "chance" de ter um de verdade. A diferença é que, antigamente (nem tanto assim, né), as coisas não eram "made in China" como são hoje em dia.

Veja no vídeo abaixo o sistema em funcionamento:





















Fontes: Autoblog
              Noticias Automotivas
             AutoWeek

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Detentos pedalam para gerar energia em presídio mineiro




Pedalando para a liberdade e iluminação da praça


Um projeto pioneiro no país mudou a rotina da unidade prisional da cidade de Santa Rita do Sapucaí, no sul de Minas Gerais. Oito detentos passaram a pedalar para gerar energia elétrica que ilumina uma praça localizada na avenida Rio Branco e, assim, ter parte da pena reduzida. 


Iniciado há quase três meses, o projeto Pedalando para a Liberdade conta com apoio da sociedade civil, de instituições privadas da cidade e com o governo do estado de MG. O idealizador do programa é o juiz José Henrique Mallmann, da 2ª Vara Cível, Criminal e da Infância e da Juventude de Santa Rita do Sapucaí, inspirado em uma experiência que conheceu por meio da internet, onde academias norte-americanas tem a eletricidade gerada por bicicletas ergométricas.

A delegacia local contribuiu com umas bicicletas velhas e sem registro que estavam guardadas e que foram levadas para o presídio. “Os amigos do diretor do presídio fizeram a montagem das bicicletas com a aparelhagem. Um cidadão doou um equipamento para transformar os watts gerados em volts. Outro grupo, que tinha conhecimentos técnicos, criou um aparelho para medir a quantidade de energia produzida”, relata o magistrado.

Montadas sobre cavaletes, as bikes foram ligadas a alternadores e a baterias. Oito internos com bom comportamento foram selecionados para participar do projeto (que inicialmente fora recebido com receio). A cada 16 horas pedalas eles têm um dia de remissão na pena. “Hoje, tenho uma lista de espera de presos interessados”, afirma o juiz Malmann.

Ao cair da tarde, antes do por do sol, um guarda retira a bateria carregada e a leva à praça para conectá-la ao conversor. Em poucos minutos, dez das 34 lâmpadas do local começam a brilhar. Pela manhã, um outro guarda retira e leva a bateria de volta para ser novamente recarregada pelas bicicletas que, aliás, tem melhorado a autoestima e o preparo físico dos internos. "Eu estava barrigudinho...emagreci uns quatro quilos", revela um dos participantes do programa.

O objetivo é, eventualmente, ter bicicletas suficientes para alimentar todas as lâmpadas da praça, disse o diretor do presídio, Gilson Rafael Silva. Para o magistrado autor da proposta, além de resgatar a autoestima dos presos, o projeto sustentável tem impacto positivo no município. “As pessoas percebem que o preso, com restrições, pode participar de alguma forma da vida em sociedade”, diz.

Pelo país, outras penitenciarias tem adotado maneiras de reduzir a pena dos detentos com bom comportamento através de programas de alfabetização. Alguns dizem que a idéia poderia eventualmente ajudar a reduzir a superlotação nas prisões do Brasil, que detêm cerca de 500.000 pessoas. Grupos de direitos humanos há muito se queixam de condições desumanas e de violência generalizada. 

"As pessoas dizem que estamos transformando as prisões em hotéis de luxo", disse o diretor Gilson..."Mas este é um hotel onde ninguém quer ficar".



Fontes: Fox News
              Em.com.br
              Via Comercial

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Mais do que um simples GPS: tecnologia de aviões de guerra nos carros

GPS com realidade aumentada à disposição do motorista



O HUD (Head Up Display) é um instrumento inicialmente desenvolvido para utilização em aeronaves visando a fornecer informações visuais ao piloto sem que este tenha que desviar os olhos do alvo à frente da aeronave. Hoje em dia a tecnologia vem sendo implantada em veículos e logo deverá ganhar as ruas. Conheça um pouco mais:


Primeiros HDU's

No início da década de 70, com o aprimoramento do transístor e advento dos circuitos integrados, os computadores puderam finalmente ser embarcados nas aeronaves, permitindo a automação do cálculo dos dispositivos de mira, antes improvável em combate direto (dogfight). Assim, as aeronaves de primeira linha já eram equipadas com HUD's que forneciam dados de voo, navegação e solução de tiro de forma confiável.

Com o chegada dos microchips, a partir dos anos 1980, a capacidade de processamento de informações dos computadores de bordo melhorou consideravelmente a qualidade das informações providas pelos HUD's, incluindo o recebimento e processamento de dados provenientes de GPS e aeronaves AWACS.

Em aeronaves, os HUD's se utilizam de fundamentos de tecnologia de informação, propriedades de refração e reflexão da luz e emissão de raios catódicos. Consistem de um sistema de aquisição de dados através de radar, rádio e sistema de armas que são entregues a um processador encarregado de ordenar, priorizar e hierarquizar as informações conforme o perfil de missão previamente programado, exibindo-as em um anteparo semi-transparente inclinado á 45º, montado exatamente na linha de visão do piloto, permitindo-o observar o alvo à frente da aeronave.

HUD nos carros, atualmente


A japonesa Pioneer Corporation apresentou ao mundo o primeiro GPS com realidade aumentada do mundo. Utilizando-se da tecnologia HUD, a impressão que se tem é de estar numa espécie de vídeo game, com informações flutuando no para-brisas do veículo (quase como em Missão impossível: protocolo fantasma..quase)


As imagens cobrem uma área de 90 x 30 cm, apresentando uma resolução de 720x260 pixels numa tela transparente projetada à frente do motorista. O sistema, que tem a assinatura da Microvision (sediada em Redmond, Washington, EUA), usa lasers semicondutores e um espelho microscópico. Informações são sobrepostas ao tráfego real e mostram ao motorista detalhes sobre a direção a tomar, pontos de interesse e particularidades da via (radares, velocidade permitida).

O navegador GPS Cyber Navi, como é chamado, usa um grupo de três lasers (azul, vermelho e verde) e um único espelho de silicone, com um milímetro de espessura, que se inclina sobre dois eixos. As três cores se misturam quando os lasers emitem sobre o espelho, em diferentes intensidades, a luz que produz a cor final do pixel. À medida que eles projetam luz, o espelho esquadrinha rapidamente, horizontal e verticalmente, pintando a imagem sobre o para-brisa (um pixel por vez), de maneira tão rápida que a imagem parece estática.



De acordo com Lance Evans, diretor de desenvolvimento de negócios da Microvision, as cores puras e saturadas resultam em lasers com imagens mais nítidas e com alto contraste, assim são visíveis mesmo em plena luz do dia. Iluminar um pixel por vez também poupa energia. E usando um único espelho em vez de um certo número deles faz com que o dispositivo seja menor, simples e mais barato.

A tecnologia da Microvision, já existe em alguns carros protótipos, mas o custo era alto demais para modelos comerciais, explicou Evans. Agora, com a queda de preços dos lasers verdes – um componente significativamente caro do display – a tecnologia tornar-se-a competitiva frente aos displays tradicionais. É possível que o produto HUD seja comercializado ainda este ano. Grandes montadoras em Detroit também planejam integrar a tecnologia em seus veículos até 2016, afirmou. 

Porém, comprar uma das novas unidades HUD equipados de GPS dependerá de três importantes fatores: um pouco de paciência, e uma viagem de avião para o Japão , e um boa quantia de dinheiro (por volta de U$ 4000,00). Não há previsão de quando ganhará o mundo. Tampouco se a tecnologia realmente trará algum benefício para os motoristas.



Fontes: Microvision
              Allmxcars
             Digitalavmagazine
             Wikipedia

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Saiba como estão extraindo água do AR no deserto

Turbina eólica extrai água do ar


Imagine-se numa daquelas clássicas cenas de filme onde, caminhado pelo deserto você descobre que seu reservatório de água secou. Daí sua saliva já não consegue mais umedecer seus lábios, e então, como na ficção, você começa a ver miragens...oásis. Bem, se for uma das torres eólicas da EoleWater, água já não será um problema.

Estas turbinas eólicas, desenvolvidas por Marc Parent, conseguem, além de gerar energia elétrica a partir da força dos ventos, extrair água limpa do ar. A tecnologia vem sendo testada desde outubro de 2011, quando uma foi instalada no deserto de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes. Desde então, a produção diária de água atinge cerca de 1000 litros de água por unidade eólica, podendo aumentar dependendo do nível de umidade, temperatura e velocidade do vento.

Basicamente, a turbina WMS1000 funciona como qualquer outra turbina eólica, produzindo eletricidade. A mesma energia alimenta o sistema de transformação de ar em água. Para tanto, o ar é sugado através do nariz da turbina por um dispositivo conhecido como "soprador de ar". Todo o ar aprisionado durante este procedimento é então direcionado para um compressor de refrigeração elétrico, localizado atrás das hélices. A humidade do ar é então extraída por condensação.
A água é então recolhida e transferida para baixo de uma série de tubos de aço inoxidável, especialmente projetados para o processo, onde é armazenada em um tanque na base da turbina. Em seguida é filtrada e purificada para que, então, esteja pronta para consumo. Uma única turbina pode abastecer uma pequena aldeia ou cidade (de 2000 a 3000 pessoas) sem problemas.

Foto divulgação: descrição das partes da turbina WMS1000

Por quase 15 anos a tecnologia vem sendo desenvolvida e está baseada em três pilares principais:
  • Dar acesso sustentável à água - permitindo que qualquer pessoa instalada em áreas remotas tenha acesso à água potável por um período de vinte anos;
  • Operar com plena autonomia - projetada para funcionar em áreas desprovidas de qualquer infraestrutura, tendo o vento como fonte de impulsão, capacidade instalada de 30kW e ar como fonte de água;
  • Preservar o meio ambiente - não há emissões de CO2, pois utiliza apenas energia eólica, não provendo-se de bombeamento em fontes subterrâneas ou superfícies de água. O impacto ambiental é praticamente nulo.

As turbinas tem 30 metros de altura e pesam 12 toneladas. O rotor tem 13 metros de diâmetro. É possível caminhar dentro da turbina. O investimento para financiar o projeto em 2010 foi de $2,1 milhões de euros, o qual foi desenvolvido por 30 engenheiros dentro e fora da companhia, localizada em Sainte Tulle, sul da França.

Veja um vídeo demonstrativo:



Dados sobre a água

A falta de água é responsável por sete mortes a cada minuto ou 3,6 milhões de pessoas por ano. De 3 a 4 bilhões de pessoas carecem  de acesso sustentável da água, cuja qualidade é questionável. Além disso, a poluição da indústria, o consumismo inconsciente diário e a degradação das fontes de água potável reduzem drasticamente a quantidade de água consumível no mundo.

As zonas rurais estão cada vez mais afetadas:

97% das pessoas não têm acesso à água potável diariamente na Ásia e na América do Sul;

14% das pessoas bebem água de rios e lagos, compartilhada com os animais;

70% de água é consumida pela agricultura no mundo.

A água é um recurso precioso e necessário a todos. Simples ações diárias podem contribuir para sua preservação. 

Quanto ao projeto, a única dúvida é: se por ventura, uma quantidade considerável de turbinas fosse instalada (num futuro próximo) numa determinada região, considerando seu potencial de gerar energia e mudar o estado físico da água...poderia a mesma interferir no clima da região, já que a umidade do ar é alterada?


Fontes: EoleWater
              Meteopt
              CNN

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Uma mesa que realiza fotossíntese e gera energia

Tecnologia biofotovoltaica para produzir energia limpa


A fotossíntese deixou de ser um processo exclusivo do reino vegetal. Apresento-lhes a Moss Table, uma mesa que, além de realizar fotossíntese, é capaz de transformá-la em energia limpa para alimentar pequenos dispositivos eletrônicos.

A invenção é feita em plástico ABS, com tampo de acrílico. Possui 1m diâmetro por 1,20m de altura.  Interiormente a Moss table contém eletrodos de carbono, conectores de metal , terra, musgo e água. O musgo fica em pequenos potes posicionados dentro da mesa e crescem em um solo fertilizado por bactérias saudáveis. Ao realizar fotossíntese para se alimentar, ele libera compostos orgânicos como resíduos e as bactérias, por sua vez, são responsáveis por processar esses resíduos, liberando assim elétrons.


Os elétrons produzidos são capturados por fibras condutoras instaladas abaixo de cada vaso, e levados à uma bateria onde são armazenados. A corrente elétrica gerada é de 5 a 10µA (microamperes) e no máximo 0,6V (volts), suficiente manter ligado pequenos relógio digital. A lâmpada instalada na mesa não é alimentada por ela.
Image

Infelizmente essa é a verdade, a Moss Table não é muito eficiente quanto a sua geração de energia. Pra se ter uma ideia, 112 potes de musgos geram, em um dia, energia suficiente para alimentar um notebook, por exemplo, por no máximo 20 segundos. A mesa atual é capaz de produzir apenas 520J (Joules) de energia por dia. Um laptop comum consome em média 25J por segundo.

Para aqueles que já estavam pensando em adquirir uma dessas e por na sala ou escritório, vão ter que esperar um pouco mais, até que os desenvolvedores do projeto, ainda um conceito, melhorem o desempenho do invento.

O conceito foi criado como parte de um projeto de pesquisa chamado "Design na Ciência", em que o foco é fazer designers darem suporte à pesquisas científicas. No caso da Moss Table, demonstraram que a tecnologia BPV (BioPhotoVoltaic) pode ser empregada em objetos comuns e que tem aplicação potencial na vida cotidiana, além de chamarem a atenção e disseminarem o projeto pelo mundo.


Num futuro próximo, os pesquisadores esperam poder melhorar o desempenho do projeto, e conseguir alimentar um laptop por até 14 horas. Por enquanto, um relógio digital está bom. Afinal, quem já viu uma mesa gerando energia por aí? A propósito, a maioria das coisas sofisticadas e eficientes que conhecemos hoje, partiram de algo simples.


              Henrique Geek


sexta-feira, 13 de abril de 2012

Google glass: verdades e fatos, segundo críticos do projeto

O que dizem sobre o novo projeto da Google

Uma semana depois do lançamento do estiloso óculos  da Google,  muitos rumores e opiniões adversas surgiram, relatando sobre qual seria a verdadeira intenção da empresa ao lançar o produto.

No vídeo lançado para demonstrar o suposto funcionamento do Google Glass, uma espécie de computador cuja tela se propaga à frente do usuário (na pequena lente) por comando de voz, percebe-se que que produto é bem funcional e de uso intuitivo e, mesmo que não seja assim, é diferente de tudo que já foi lançado.

O real objetivo da empresa de Moutain View ainda é um mistério, o que não é surpresa, já que se trata de um protótipo. Mas serviu pra movimentar a rede com muitas especulações sobre o assunto. O projeto ainda está em fase de melhorias, tanto no design quanto no seu funcionamento.

Há especulações de que o Projet Glass seja mais um meio para inclusão de publicidade direcionada. Pode até ser uma boa jogada, mas será que seria interessante para os usuários? Outros questionamentos intrigam os críticos de plantão: Será que precisamos disto? Estamos prontos para isto? Sobreviveremos a isto?

O vídeo abaixo, nomeado Admented Reality (publicidade real-aumentada), retrata como a multinacional norte americana pode explorar cada momento, enquanto o gadget é usado, num mercado o qual ela domina mundialmente, a publicidade. Imagine alguém usando isto o dia inteiro.



Pode ser que a publicidade nem seja de fato o que a Google realmente queira para este projeto. Até porque, provavelmente, ela será a primeira a lançar no mercado um produto tão inovador, o que deverá lhe render bastante. A propósito, pelo que se percebe, o óculos é de uso extremamente pessoal e não uma tela de computador numa lan house. O usuário é que deverá escolher o que quer ver.

Falando nisso, o site All Things retratou, em forma de charge, uma das possíveis utilizações para o futuro óculos Hi Tech. Veja abaixo:



A concorrência, segundo o analista de mercado Brian White, já está trabalhando num possível rival ao projeto do Google Glass. Poderia ser a  a Nokia, já que dois anos atrás ela havia apresentado um conceito de óculos com realidade aumentada. Porém, por motivos de sigilo profissional, White não mencionou quem seriam as empresas com intenção de brigar com os óculos googlianos.

Fontes:Tecnologia.com
            Gaterlist
            PcSaudavel
         

                                      Get 15% Off Accessories! after registering your robot

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Braille Mobile Phone: Smartphone para deficientes visuais

Uma boa ideia que deve melhorar a vida de muitos


Se você está lendo este post, agradeça por poder contemplar a maravilha de enxergar o mundo a sua volta. Nem imagino como seria a vida sem de outra forma. Mas, pensando justamente neste outro modo de vida, um designer criou um smartphone para cegos. Isto mesmo, a falta de visão poderá deixar de ser um motivo para não ter um celular

O DrawBraille é um conceito de smartphone para ser usado facilmente por cegos, aliás, um dos mais interessantes. Sua interface inteira está em Braille, inclusive a tela. Seu desenho é bastante diferente, surreal, mas que promete conquistar seus usuários em potencial.

Foto divulgação: DrawBraille Phone

334771_Backup 125X125

O responsável pelo projeto é o designer Shikun Dom. O aparelho tem funcionalidades bem peculiares e seu uso parece meio complexo, mas seu criador garante que é fácil pra quem conhece a linguagem Braille. O fato é que estes usuários representam a minoria esmagadora, mesmo entre seu próprio público alvo, os deficientes visuais, pois nem todos tem conhecimento da linguagem até mesmo por vontade própria, por não aceitarem sua condição de vida.

Um dos lados do dispositivo é a entrada (a parte mais plana), manipulada pelo software depois que o usuário a toca  para formar as letras e números. Logo, no lado da saída, uma matriz com regiões de seis pontilhados que se alternam fisicamente, formando as palavras, frases, textos que serão lidas e interpretadas pelo toque do usuário.


Quanto ao nível de carga da bateria, cinco pontos laterais indicam quando ela está precisando de recarga. E para facilitar, o plugue para recarga é magnético.


O curioso é que, mesmo sendo para um público alvo específico, o telefone vem em duas versões de cores. Além disso, o vídeo que apresenta o gadget não tem áudio. Deve ter uma razão especial pra isto (ou não).


Contudo, espera-se que este conceito vire de fato um dispositivo que possa ajudar cidadãos do mundo todo a ter um pouco mais de alegria e beneficiar-se com seu telefone pessoal.

                   334771_Protect 468X60

Fontes: Oh Gizmo
              Yanko Design
             334771_Callpod - 88X31 

                                                                Homepage Free Shipping Link

quarta-feira, 28 de março de 2012

Ford Mustang 67 tunado pela Microsoft

Um clássico equipado com tudo o que a tecnologia Microsoft pode oferecer



No último dia 25, a Microsoft e a West Custom Designs (empresa preparadora de automóveis), ao melhor estilo tunning, apresentaram o “Projeto Detroit”, um Mustang 67 equipado com as mais novas tecnologias da criadora do Windows. Tecnologias como o Xbox 360, Kinect, Windows 8, Windows Phone, Azure, Bing e o Ford Sync, entre outros acessórios equipam o clássico da Ford.




Está bem, você deve estar se perguntando o que realmente mudaram nesta máquina, não é mesmo? Ok, vamos lá. As portas são destravadas pelo smartphone, assim como é dada a partida. O veículo também pode ser localizado, tudo isso usando o Viper SmartStart, aplicativo do Windows Phone.



Dentro do carro, telas de LCD incrementam o painel. Ao motorista, dispõe várias funções do veículo enquanto o passageiro pode se divertir num tablet conectado à internet, via moldem 4G, ou aproveitar a diversão de jogos do Xbox 360. A mesma conexão é responsável por alimentar seu sistema de som com músicas armazenadas na nuvem.

Com o Ford Sync, é possível controlar funções do smartphone, como ler ou enviar mensagens de texto e fazer ligação, tudo por comando de voz.

Com alguns aplicativos específicos para o Windows Phone, outros aspectos podem ser modificados com um simples toque de tela, iluminação e som da buzina (que inclusive é personalizável, "ringtones") ou para ativar uma tela de projeção no vidro traseiro, por exemplo. Câmeras no exterior do carro enviam vídeos do que acontece ao redor.



No painel de instrumentos, funções como velocidade, RPM e consumo de combustível são monitorados pelo Azure, que também controla a navegação GPS.



O modelo foi apresentado em um programa do Discovery Channel e será usado para exibições em feiras e convenções. As luzes azuis e as grandes rodas fazem com que críticas em relação a este Mustang GT ano 1967 e fabricação 2012, sejam divergentes. O chassi e a carroceria usados no Projeto Detroit foram produzidos por uma companhia chamada Dynacorn International, que tem autorização da Ford para fabricar carrocerias dos primeiros Mustang, usando seus moldes originais.

É provável que o modelo seja apenas um exemplo de tudo que a alta tecnologia pode ajudar a incrementar um carro. Claro que há alguns exageros neste, mas no fim das contas, como diz o ditado popular: "quem arrisca, não petisca".


501255_468x60_NearlyNew_SalePage

Fontes: Microsoft, Jalopnik, Ib times, Tecnoblog


segunda-feira, 26 de março de 2012

Spider Computer: seria um “três em um” do futuro? Querem unir celular, notebook e tv

Laptop, tv e celular em um único dispositivo de um jeito diferente

Tempos atrás, a febre dos aparelhos mp3, mp4 (mp tudo) se espalhou mundo afora e mudou o jeito como interagíamos com  mídias e sociedade (a música, por exemplo, tornou-se mais presente na vida de muitos). Smartfones e tablets também revolucionaram.

Mas agora, um designer chamado Nikolaus Frank, da Franketc, criou o Spider Computer, um aparelho que promete substituir o laptop, smartphone e até mesmo a TV (mas não será como nos "mp qualquer coisa" que já vimos por aí). Será o único gadget que você precisará carregar para qualquer lugar e no bolso. 


O dispositivo possui três pernas que, quando escondidas, ele pode ser usado como um telefone celular. A interatividade fica por conta de uma espécie de display LCD circular com interface gráfica. 

Estendendo as pernas do Spider, projetores são revelados e sensores detectam onde as mãos do usuário estão, projetando sobre a superfície um teclado à laser que funciona como um teclado comum. Por outro lado, uma tela em alta resolução (também usada no modo tv) surgi sobre a superfície desejada (mesa ou parede). Desse modo, o usuário pode usufruir de um computador ultra moderno, baseado na computação em nuvem, já que o dispositivo não dispõe de muito espaço para armazenamento de dados.

Foto divulgação: Um celular bem diferente
501255_300x250_EarthDaygif



Infelizmente o Spider é apenas um conceito, todavia, seu inventor acredita que o aparelho representa o futuro da tecnologia. A Apple que se cuide. Este será um concorrente de peso, caso venha a ser produzido, pronto pra desbancar seu "título" de empresa design. Mas o mercado é grande, tem espaço pra todos.

Foto divulgação: Um pequeno espelho direciona onde a imagem será projetada

                      501255_468x60_EarthDaygif


Fontes: Daily Mail
            Yanko Design
           Techtudo   

                                                            Homepage Free Shipping Link

sexta-feira, 16 de março de 2012

Um software para romper barreiras

Programa inovador promete interpretar linguagem de sinais

Sabe quando você se depara com uma conversa em linguagem de sinais e sente-se como um estrangeiro ou analfabeto...não se preocupe, logo teremos algo para melhorar tal situação. E poderá ser uma maneira de quebrar barreiras que ainda possam existir quanto à comunicação. 

Pesquisadores da Universidade de Aberdeen, na Escócia, criaram um software capaz de traduzir a linguagem de sinais em textos, informou o “Sydney Morning Herald”. De acordo com seus criadores, a intenção agora é transformá-lo em um aplicativo acessível que possa ser usado em diferentes dispositivos como smartphones, tablets, e PCs, para permitir a comunicação com deficientes auditivos.

foto divulgação: Alfabeto em Libras

O software, chamado de PSLT (sigla em inglês de “tradutor portátil de língua de sinais”), funciona em conjunto com a câmera do dispositivo onde está instalado lendo os sinais e imediatamente os transformando em texto. O programa é baseado no idioma BSL (Linguagem Britânica de Sinais). No Brasil, o idioma é conhecido como LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) e foi desenvolvido a partir da língua de sinais francesa.  


As línguas de sinais não são universais, cada país possui a sua. Entretanto, segundo o professor Ernesto Compatangelo, um dos desenvolvedores da tecnologia, o software pode ser adaptado para as línguas de sinais usadas em diferentes países e ainda é capaz de incorporar sinais específicos usados por cada pessoa. Isto significa que o usuário poderá criar seus próprios sinais, customizando novas palavras e expressões à sua maneira, permitindo que tal comunicação possa evoluir e se expandir pelo mundo.

“A intenção principal é permitir que aqueles que usam o idioma de sinais possam superar a desvantagem comunicacional que possuem, permitindo-lhes realizar plenamente o seu potencial de educação e entrar no mercado de trabalho”, anunciou Compatangelo. E a tecnologia realmente pode ajudar.

O uso para outras finalidades também é possível, relatam os cientistas. Controlar aparelhos em numa casa, abrir automaticamente cortinas ou mudar o canal da televisão são coisas que poderão ser feitas por uma pessoa com mobilidade reduzida. 

O serviço deverá estar no mercado até o final de 2013. O mundo espera por isto.



Fontes: Tecnoblog
               pslt.org

quarta-feira, 14 de março de 2012

UGrokit: Para quem está cansado de perder coisas com frequências e ainda se irrita procurando

Suas coisas vivem se esquivando de você? "Seus problemas acabaram!"

É claro que existe coisa pior, mas que é horrível não encontrar uma determinada coisa quando se está precisando dela, principalmente quando se está atrasado para um compromisso...disso não há dúvidas. Há quem se descabele e apele pra São Longuinho, prometendo os três pulinhos caso encontre o que procura. Outros desistem e buscam outra alternativa, e voltam para procurar depois. Em alguns casos, a busca não é bem sucedida.

Pois bem, o UGrokit é o dispositivo que pode solucionar de vez este tipo de problema. Todos os objetos, previamente cadastrados e portadores de uma tag (etiqueta) específica, são encontrados pelo sistema instalado em um smartphone conectado ao dispositivo. É possível ainda saber se está esquecendo-se de alguma coisa para trás, numa viagem por exemplo (veja o vídeo). Diferentes beeps são emitidos para cada situação.

U Grok It é um scanner  que, conectado a um smartphone, é capaz de encontrar objetos perdidos (foto divulgação)

Lista de objetos cadastrados
(foto divulgação)
UGrokit utiliza a tecnologia RFID para encontrar os objetos, ou melhor as tags, que usam um microchip, uma antena plana (que reflete o sinal recebido) e não necessitam de baterias para funcionar. O microchip altera levemente o sinal para transmitir dados específicos, capazes de serem identificados pelo scanner que reconhece o objeto detectado graças ao software instalado no smartphone, previamente cadastrados. Vale ressaltar que vários objetos podem ser etiquetados com as tags.

Contudo, o alcance do gadget é limitado entre 1,8 e 3 metros de raio. Melhor do que o stress de nem ter ideia de onde começar a procurar as chaves do carro/moto, o carregador de celular, a carteira ou qualquer outra coisa perdida. Tomara que (quando tiver um) não perca o próprio smartphone ou o "detector de coisas perdidas". 


Os criadores, Carrie e Tony Requist, são um casal que provavelmente estava cansado de procurar perdidas ou tiradas do lugar por seus filhos. Eles começaram o projeto em abril do ano passado e em setembro, passaram a  dedicar-se em tempo integral.

Em relação à custos, cada tag custa cerca de $1,00. Já o scanner laranja, responsável por enviar as ondas de rádio para as tags tem um custo estimado em $159,00. Entretanto, por mais que o protótipo tenha sido apresentado publicamente, o sistema ainda não está sendo comercializado. Mas quem quiser ser um dos primeiros a saber dos detalhes de compra é só cadastrar-se no site da empresa.


Veja o vídeo abaixo e entenda melhor como funciona o sistema:





Fontes: Venture Beat
              Gizmag
              UGrokit