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sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Rapidcool; sua bebida gelada em menos de um minuto

Projeto vai reduzir o consumo energético e ainda acelerar o resfriamento de bebidas


A tecnologia promete revolucionar a maneira como conhecemos a refrigeração de garrafas e latas de bebidas. Criada pela empresa londrina Enviro-Cool Limited, que recebeu € 930 mil euros (cerca de US$ 1,2 milhão) da Comissão Europeia, a tecnologia chamada Rapidcool leva o líquido da temperatura ambiente à 4°C em apenas 45 segundos. 

VTex
Foto divulgação: A tecnologia Rapicool resfria à
4º C latinhas e garrafas em menos de um minuto.
Claro que o alto investimento não é apenas para resfriar mais rápido uma latinha de cerveja. A grande jogada é que a concessão de desenvolvimento permitiu a Enviro-Cool (UK) Limited desenvolver a unidade comercial V-Tex (nome da patente do gadget) para substituir os atuais equipamentos de refrigeração existentes, como geladeiras de comerciantes de bebidas encontradas em estações de serviço, supermercados, mercearias, bares e restaurantes, etc, enormes consumidores de energia.  A unidade comercial V-Tex reduz o consumo de energia em até 80%. Segundo o Daily Mail, a energia na Europa gasta por estantes refrigeradas e geladeiras com portas chega a 85TW/h por ano, o suficiente para alimentar 20 milhões de residências.


A novidade do V-Tex que usa a tecnologia Rapidcool, é que ele rotaciona o recipiente a uma velocidade específica, que, segundo a companhia, mistura as bebidas carbonatadas e evita a efervescência ao abrir-las. Além disso, a equipe notou que se colidisse o vórtex e o recriasse evitaria que a parte externa do líquido gelasse mais rápido  do que a parte interna e eventualmente congelasse.

Meses de pesquisas foram necessários para que o V-Tex chegasse à suas três versões, uma comercial e duas doméstica. Estas últimas, chamadas V-Tex Compact e V-Tex Domestic, gelam recipientes de diferentes tamanhos, tais como garrafas de vinho de 150ml a 750ml, garrafas long neck e latas de alumínio. O tempo de refrigeração varia de 4 a 6 minutos para garrafas enquanto que as latas maiores demoram 48 segundos em média para ficarem "estupidamente geladas".


Os parceiros do projeto fecharam acordos formais com duas empresas globais na área de distribuição de bebidas e na produção de produtos de marca branca. Os engenheiros da Rapidcool criaram recentemente um braço robótico para adicionar à unidade comercial, de modo a automatizar totalmente o modo de recolha e entrega da lata.

Rapidcool 01
Foto divulgação: V-Tex Compact. Silencioso, pode
ser usado em qualquer parte da casa
O consórcio do Rapidcool, liderado pela Vending Markting DOO, uma empresa eslovena de design de máquinas de vending, é composto por outros quatro parceiros industriais e acadêmicos: a Enviro-Cool (Reino Unido), empresa especializada em tecnologia de resfriamento e desenvolvedor do conceito de V-Tex, a Dymtec (Espanha), especialista em soluções de manutenção de refrigeração industrial, a Re/GenT (Holanda), um centro de pesquisa e desenvolvimento especializada em refrigeração e o UK Inteliigent Systems Research Institute (Reino Unido).

Os testes destinados aos consumidores estão previstos para começarem num supermercado da Holanda no final de Outubro. Em andamento está a disponibilização de uma gama de produtos destinada a uso doméstico e comercial.

Fonte: V-tex Technology
            Daily Mail
           Pc Guia
            
            

sábado, 26 de janeiro de 2013

NanoLigth, feita para brilhar intensamente

Criada possível substituta das lâmpadas incandescentes de 100W


NanoLigth de 12W (equivalente 100w incandescente)
Desde que foram criadas em 1979 por Thomas Edson, as lâmpadas incandescentes dominam o mercado em todo o mundo. De certo que as concorrentes, as fluorecentes, se fazem presentes em inúmeras construções  a tempos, mas são um tanto caras comparadas às veteranas incandescentes. 

Atualmente, o mercado tem notado o surgimento de um outro tipo de iluminação, (possível alternativa às lâmpadas tradicionais) que aparentemente veio para ficar e dominar o mercado luminoso. As lâmpadas de tecnologia LED constituem a solução de iluminação ideal. E as razões pela  qual tal tecnologia poderá, certamente, "substituir" as atuais são muitas; destacam-se por serem mais eficientes em termos energéticos, usarem materiais menos prejudiciais ao ambiente, disponibilizarem de imediato a luminosidade máxima quando se acendem, emitirem menos calor e serem extremamente duradouras. 

--> Apesar dos atrativos, elas não tem sido consideravelmente inseridas no mercado por uma questão deveras importante na hora da escolha luminosa: o valor do investimento. Além disso, os engenheiros têm-se debatido para criar lâmpadas LED equivalentes às incandescentes de mais de 60 W porque, ao aumentar a potência além deste valor, o aquecimento reduz a vida útil e eficiência energética das lâmpadas LED.

Entretanto, três amigos da Universidade de Toronto, Canadá, podem ter resolvido tal infortúnio. Gimmy Chu, Tom Rodinger e Christian Yan afirmam ter criado uma lâmpada LED equivalente à incandescente de 100 W e resolvido o problema do aquecimento. A equipe canadense dispôs LEDs em placas de circuito impresso de modo que recriassem a forma das lâmpadas de bulbo. 

As NanoLight de 12 W apresentam um fluxo luminoso de 1600 lúmens, enquanto as de 10 W disponibilizam um brilho com 1200 lumes . Para se ter uma ideia do que isso quer dizer, veja o gráfico abaixo:

Lumens per Watt Comparison Chart
Foto divulgação: Comparação entre a NanoLight 12 W e outras lâmpadas equivalentes no mercado
Uma lâmpada incandescente comum emite cerca de 16 lm/W (lumes por Watt) de potência enquanto a NanoLgth de 12 W tem uma eficiência de 133 lm/W. Traduzindo isso para o que interessa (economia), a estimativa feita pela empresa é de que a NanoLitgth de 10 W, por exemplo, represente  anualmente U$1,53 (baseado em 3hrs/dia, $0,14/KWh) da sua conta de luz, com uma vida útil em torno de 25 a 30 anos. 

A longo prazo, a economia e satisfação poderão ser ainda maior. Afinal, pagar U$ 50 por uma lâmpada que dure 30 mil horas não é nada mal. Veja abaixo quantas incandescentes teriam de ser substituídas neste período:

Based on 30,000 hrs of usage and an electricity rate of $0.14/kWhr. Electricity Cost may vary depending on location.
Foto divulgação: 30 mil horas (baseado em 3hrs/dia). Os custos podem variar dependendo da região

Para atender todas as regiões a equipe preparou as lâmpadas para funcionarem em 120 V AC e 220V-240V AC, atendendo a variedade global.  Falando nisso, como em qualquer projeto, existem ainda muitos inerentes e desafios. Devido à algumas particularidades do projeto, a equipe tem construído à mão um lote inicial de 10 mil lâmpadas de produção variada. Para reduzir o custo final, procuram por componentes de alta qualidade com um preço baixo (compram da China), o que não é fácil. A montagem do circuito na placa requer um processo especial, em baixa temperatura e feito manualmente. A empresa está buscando parcerias para terceirizar grande parte da produção. Deste modo, serão capazes de entregar a NanoLight com confiança de alta qualidade e confiabilidade, mantendo um preço acessível.








Fontes: Kickstarter
              Gizmag
             

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Energia solar para dessalinizar a água

A melhor e mais barata solução para se ter água fresca



Uma das substancias mais preciosas para vida (que daqui a alguns anos valerá mais que o ouro, se não for preservada), foi inspiração para o designer Gabriele Diamanti. Preocupado com a falta d'água no mundo, Gabriele desenvolveu uma solução simples, criativa e eficiente para dessalinizar a água. 

Contrária a todas as gigantescas soluções para extrair o sal da água, o projeto do designer italiano é de baixo custo e "open source". Além de barato, ele também queria que fosse algo que pudesse ser feito por um artesão local. O resultado é um sistema solar de cerâmica ainda chamado Eliodomestico que funciona como um "coador café  de cabeça para baixo".

Extremamente simples, o elegante projeto é composto por duas peças de cerâmica que ficam sobrepostas uma a outra. A água salgada é despejada no recipiente preto, na parte superior, onde é aquecida ao logo do dia pela luz solar. Com a elevação da temperatura, a água transforma-se em vapor que, sob pressão, é forçado para o recipiente inferior (através de um tubo) onde se condensa novamente. Ao final do dia, o usuário pode apanhar até cinco litros (1,09 galões) de água fresca e doce. 


Foto divulgação: Eliodomestico dessaliniza água com ajuda da luz solar

O designer pensou também na maneira como seria transportado a bacia com água. Ele a desenhou de forma que pudesse ser carregada sobre cabeça (forma comum de transporte de recipientes em países em desenvolvimento).

O projeto, que custa cerca de EUA $ 50 para ser construído e vem sendo desenvolvido desde 2005, foi um dos finalistas no concurso Prix Emile Hermès 201, recebeu menção especial no Well-Tech Award 2012 e foi o vencedor do Core77 Design Awards 2012, na categoria impacto social.


Fontes: 
Gizmag
             Fast Company



quarta-feira, 23 de maio de 2012

I'm Watch: um relógio esperto para cada estilo...e com Android

I'm Watch se conecta com smartphone via Bluetooth

Antes que alguém pense que este relógio de pulso esperto é mais um produto Apple, devo informar que não o caso. A empresa que o lançou é a italiana I'm, que tem como presidente Manuel Zanella e CEO Massimiliano Bertolini, ambos inventores do I'm Watch. 

Apesar disso, o SmartWatch se conecta com seu smartphone com Android via Bluetooth e permite ao usuário efetuar e receber ligações. É possível ainda ler, em um display curvo touchscreen de 1,5'', as mensagens do Facebook, Twitter, e-mails, checar sua agenda de contatos, de compromissos, ver fotos, ouvir música, entre outras coisas (Ah, ele também mostra as horas). 

I'm Watch é encontrado em várias cores diferentes
Por falar em música, milhões delas estão disponíveis para os usuários pelo i'm Music, além de estações de rádios e playlists sob medida. É provido dos sensores que qualquer smartphone hoje em dia traz e conta com funções físicas muito interessantes, como por exemplo: bússola, posição e detecção de queda livre, reconhecimento e registo de impacto, conta passos, monitorização de vibração e compensação, entre outras.

A tecnologia usada no i'm Watch é baseada em Android 1.6 e no software Eclipse. Para os desenvolvedores que se interessarem, o Eclipse dá tudo que é preciso para se criar ótimos aplicativos Android em Java, incluindo um ambiente e desenvolvimento integrado (IDE) e um sistema plug-in extensível.

O dispositivo vem com 128MB de RAM e 4GB de memória card. A bateria (Li-Po de 450mAh) aguenta por 3 horas em conversação e até dois dias se for usado apenas como um simples relógio (o que é difícil). Caso o BT permaneça ligado, a autonomia cai pra 24 horas. A versão com pulseira de silicone custa R$599,00, mas existem outras versões especiais (titânio,carbono, ouro ou diamante) que podem chegar a R$30.000,00. Três coleções estão a disposição dos clientes, a Collor Collection, Tech Collection e Jewel Collection (a mais cara, claro).

I'm Watch conecta-se com Android (HTC, Samsung, Motorola, LG, etc), BlackBerry®, iOS® (Apple iPhone®), Bada (Samsung), Symbian® (Nokia) e Windows® Phone. O acesso à rede se dá via Bluetooth, no entanto, muitos aparelhos não tem esta tecnologia (caso em que o aplicativo i'm Sync pode ser baixado para que o relógio utilize a conexão direta do aparelho).

   


Fontes: Engadget
              i'mWatch
             Revolucao Digital


segunda-feira, 7 de maio de 2012

Suposto iPhone 5 e suas novidades

Conceito do que pode ser o próximo smartphone da Apple


O lançamento da última versão do iPhone pode não ter agradado tanto como os mais críticos e exigentes consumidores esperavam. É evidente que, de uma empresa como a Apple, espere-se o melhor sempre. E se entre uma versão e outra não houver uma melhoria significativa, a crítica negativa é inevitável. 

Para tanto, um conceito do que seria o sucessor do iPhone 4S circula pela rede. O aparelho viria com processador A6 quad-core, tela de 4,5", câmera com 10 Mp, SIM card, home button virtual, case de metal líquido e com 116.2 x 59.4 x 7.9 mm de medicas (iPhone 4S - 115.2 x 58.6 x 9.3 mm e display 3.5").
Foto divulgação: iPhone 5 LM, por Antoine Brieux

O case do iPhone 5 LM, como foi nomeado, virá equipado com a inovadora tecnologia Liquidmetal, uma mistura de vários metais diferentes que permitem que o aparelho seja mais durável e tenha um visual externo mais agradável. Brilhante como plástico e resistente como o alumínio, o metal líquido permite que o telefone seja mais leve e tenha um perfil mais fino. Uma classe revolucionária de materiais que redefinem o desempenho, possuindo características que os tornam superiores em muitos aspectos, se comparados a outros populares materiais de alto desempenho.

A propósito, a fabricante do material revelou que começou a enviar suas primeiras peças comerciais em dezembro de 2011. O presidente e CEO, Tom Steipp, disse em um comunicado à imprensa que eles estão muito entusiasmados com o uso da tecnologia de liga amorfa, que permite entregar peças mais leves, mais fortes e mais resistentes à corrosão aos seus clientes industriais mundialmente.

Além da empresa de Cupertino, rumores revelam que sua atual concorrente de peso, a Samsung, também vem buscando novas alternativas tecnológicas para equipar seus futuros produtos.



De acordo com o analista da Piper Jaffrai, Gene Munster, é possível que o produto seja lançado em outubro, e funcionará em redes de dados 4G, como LTE.

É interessante saber que existem pessoas sempre inovando para transformar a vida mais interessante e bonita. Claro que as vezes o resultado nem sempre agrada a todos. Mas se ninguém tentar, nada mudará. Outra versão, bem fora do comum, também circula na rede. Vejam algumas fotos.

conceito iphone 5 1 e1330011174591 Conceito: iPhone 5 ou Magic iPhone (atualizado)
conceito iphone 5 3 e1330011720290 Conceito: iPhone 5 ou Magic iPhone (atualizado)
Foto divulgação: iPhone 5 Mockup, por Ciccarese Design


Este é um conceito criado pela equipe de Ciccarese Design. É um formato meio inusitado, nada parecido com as ultimas cinco versões de celulares da Apple. Seria possível que a criadora do iPhone fuja aos padrões que a levaram ao topo até hoje? O que acham, caros leitores?



Fontes: Mashable
              Yanko Design
              9to5Mac

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Uma mesa que realiza fotossíntese e gera energia

Tecnologia biofotovoltaica para produzir energia limpa


A fotossíntese deixou de ser um processo exclusivo do reino vegetal. Apresento-lhes a Moss Table, uma mesa que, além de realizar fotossíntese, é capaz de transformá-la em energia limpa para alimentar pequenos dispositivos eletrônicos.

A invenção é feita em plástico ABS, com tampo de acrílico. Possui 1m diâmetro por 1,20m de altura.  Interiormente a Moss table contém eletrodos de carbono, conectores de metal , terra, musgo e água. O musgo fica em pequenos potes posicionados dentro da mesa e crescem em um solo fertilizado por bactérias saudáveis. Ao realizar fotossíntese para se alimentar, ele libera compostos orgânicos como resíduos e as bactérias, por sua vez, são responsáveis por processar esses resíduos, liberando assim elétrons.


Os elétrons produzidos são capturados por fibras condutoras instaladas abaixo de cada vaso, e levados à uma bateria onde são armazenados. A corrente elétrica gerada é de 5 a 10µA (microamperes) e no máximo 0,6V (volts), suficiente manter ligado pequenos relógio digital. A lâmpada instalada na mesa não é alimentada por ela.
Image

Infelizmente essa é a verdade, a Moss Table não é muito eficiente quanto a sua geração de energia. Pra se ter uma ideia, 112 potes de musgos geram, em um dia, energia suficiente para alimentar um notebook, por exemplo, por no máximo 20 segundos. A mesa atual é capaz de produzir apenas 520J (Joules) de energia por dia. Um laptop comum consome em média 25J por segundo.

Para aqueles que já estavam pensando em adquirir uma dessas e por na sala ou escritório, vão ter que esperar um pouco mais, até que os desenvolvedores do projeto, ainda um conceito, melhorem o desempenho do invento.

O conceito foi criado como parte de um projeto de pesquisa chamado "Design na Ciência", em que o foco é fazer designers darem suporte à pesquisas científicas. No caso da Moss Table, demonstraram que a tecnologia BPV (BioPhotoVoltaic) pode ser empregada em objetos comuns e que tem aplicação potencial na vida cotidiana, além de chamarem a atenção e disseminarem o projeto pelo mundo.


Num futuro próximo, os pesquisadores esperam poder melhorar o desempenho do projeto, e conseguir alimentar um laptop por até 14 horas. Por enquanto, um relógio digital está bom. Afinal, quem já viu uma mesa gerando energia por aí? A propósito, a maioria das coisas sofisticadas e eficientes que conhecemos hoje, partiram de algo simples.


              Henrique Geek


sexta-feira, 13 de abril de 2012

Google glass: verdades e fatos, segundo críticos do projeto

O que dizem sobre o novo projeto da Google

Uma semana depois do lançamento do estiloso óculos  da Google,  muitos rumores e opiniões adversas surgiram, relatando sobre qual seria a verdadeira intenção da empresa ao lançar o produto.

No vídeo lançado para demonstrar o suposto funcionamento do Google Glass, uma espécie de computador cuja tela se propaga à frente do usuário (na pequena lente) por comando de voz, percebe-se que que produto é bem funcional e de uso intuitivo e, mesmo que não seja assim, é diferente de tudo que já foi lançado.

O real objetivo da empresa de Moutain View ainda é um mistério, o que não é surpresa, já que se trata de um protótipo. Mas serviu pra movimentar a rede com muitas especulações sobre o assunto. O projeto ainda está em fase de melhorias, tanto no design quanto no seu funcionamento.

Há especulações de que o Projet Glass seja mais um meio para inclusão de publicidade direcionada. Pode até ser uma boa jogada, mas será que seria interessante para os usuários? Outros questionamentos intrigam os críticos de plantão: Será que precisamos disto? Estamos prontos para isto? Sobreviveremos a isto?

O vídeo abaixo, nomeado Admented Reality (publicidade real-aumentada), retrata como a multinacional norte americana pode explorar cada momento, enquanto o gadget é usado, num mercado o qual ela domina mundialmente, a publicidade. Imagine alguém usando isto o dia inteiro.



Pode ser que a publicidade nem seja de fato o que a Google realmente queira para este projeto. Até porque, provavelmente, ela será a primeira a lançar no mercado um produto tão inovador, o que deverá lhe render bastante. A propósito, pelo que se percebe, o óculos é de uso extremamente pessoal e não uma tela de computador numa lan house. O usuário é que deverá escolher o que quer ver.

Falando nisso, o site All Things retratou, em forma de charge, uma das possíveis utilizações para o futuro óculos Hi Tech. Veja abaixo:



A concorrência, segundo o analista de mercado Brian White, já está trabalhando num possível rival ao projeto do Google Glass. Poderia ser a  a Nokia, já que dois anos atrás ela havia apresentado um conceito de óculos com realidade aumentada. Porém, por motivos de sigilo profissional, White não mencionou quem seriam as empresas com intenção de brigar com os óculos googlianos.

Fontes:Tecnologia.com
            Gaterlist
            PcSaudavel
         

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quarta-feira, 11 de abril de 2012

Luxúria: gadgets que impressionam...nem que seja no preço

Alguns dos dispositivos mais caros do mundo

Sim, existem muitos outros artigos tecnológicos luxuosos "espalhados" (na verdade, sob a posse de uns poucos privilegiados) ao redor do mundo. E veremos aqui alguns que, com certeza, estão entre os gadgets mais caros já lançados.




Câmera Hasselblad Ferrari
£ 23.999 (R$57.300,00)

A H4D Ferrari Limited Edition traz acabamento na cor "rosso fuoco", exclusividade Ferrari, além de ter o clássico escudo da marca. Com resoluções que podem atingir até 60 megapixels e uma lente de 80mm, as câmeras H4D possuem sensores de imagem e médio formato. Câmeras Hasselblad sueca baseada são de médio formato, e foram usados ​​para tirar fotos de pousos lunares da Nasa. Apenas 599 peças produzidas.
AeroDreamOne-4.jpg



Dock para iPad, iPhone ou iPod 
£ 399.000 (R$952.652,00)


O AeroDream One é poderoso dock com 10 MW de potência, 3,35 m de altura e 394 Kg. Segundo o criador, Jean Michael Jarre, o dock tem qualidade hi-fi, escada para acesso ao player e leva seis meses para ser fabricado nas cores preto, branco ou cromado.

Com um subwoofer de 18''-460mm, dois coaxial Mid Drive de 12"-316mm e dois Hi drives de 3"-76mm, esta torre de som é tão potente quanto cara.




Panassonic's ultimate television 
£ 599.995 (R$1.432.548,00)


Praticamente como uma tela de cinema, esta TV de 152" (>3,8m na diagonal), 600 Kg (é uma peso pesado) tem quatro vezes mais pixels que uma tv de alta definição convencional. 

Se quiser saber o tamanho real desta belezura, é só empilhar nove tvs de 50" em três fileiras que terá o mesmo efeito (4096 x 2160 de resolução). Só não terá a mesma tecnologia 4K2K embarcada nela, nem tampouco verás uma imagem 3D em full HD para cada olho, como faz a panassonic's ultimate television TH-152UX1W. Não me admira saber que esta gigante seja, geralmente, vendida como monitor profissional.



Focal Grande Utopia EM Speakers
£ 121,999 (R$291.284,00)

Auto-falantes construídos na cor de preferência do cliente - incluindo o "vermelho Ferrari", o "laranja Lamborghini", o "prata Porche" entre outros. A imponente Focal Grande Utopia EM deixam qualquer ambiente meio no mínimo "diferente", exótico até, e podem oferecer até 1500W de potência por canal. Com mais de 2 m de altura, estas caixas oferecem um som limpíssimo e de altíssima qualidade (ou o seu dinheiro de volta, penso eu).








Goldvish 'Le Million' Piece Unique 
£ 932.584 (R$2.226.637,00)

Bom, eu não compraria (óbvio), não faz meu estilo. Mas, de qualquer modo, este é considerado o celular mais caro do mundo, com registro no Guiness Book em 29 de janeiro de 2008 (na época, $1,3 milhões). Ele é feito em ouro branco 18k e milhares de microscópicos diamantes 20 quilates VVS1. Como é meio "antigo", o que ele oferece de funcionalidade é bem simples, qualquer celular "meia boca" por aí tem. Tem Bluetooth, 2GB de armazenamento, câmera digital, mp3 player e rádio FM. Como é de se esperar, é vendido apenas sobre encomenda. Ele foi desenhado por Emmanuel Gueit como complemento para a coleção Ilusão (é o que é).

Foto divulgação: Goldvish 'Le Million' 

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Fontes: Auvix
             The Telegraph
             Gencept

segunda-feira, 26 de março de 2012

Spider Computer: seria um “três em um” do futuro? Querem unir celular, notebook e tv

Laptop, tv e celular em um único dispositivo de um jeito diferente

Tempos atrás, a febre dos aparelhos mp3, mp4 (mp tudo) se espalhou mundo afora e mudou o jeito como interagíamos com  mídias e sociedade (a música, por exemplo, tornou-se mais presente na vida de muitos). Smartfones e tablets também revolucionaram.

Mas agora, um designer chamado Nikolaus Frank, da Franketc, criou o Spider Computer, um aparelho que promete substituir o laptop, smartphone e até mesmo a TV (mas não será como nos "mp qualquer coisa" que já vimos por aí). Será o único gadget que você precisará carregar para qualquer lugar e no bolso. 


O dispositivo possui três pernas que, quando escondidas, ele pode ser usado como um telefone celular. A interatividade fica por conta de uma espécie de display LCD circular com interface gráfica. 

Estendendo as pernas do Spider, projetores são revelados e sensores detectam onde as mãos do usuário estão, projetando sobre a superfície um teclado à laser que funciona como um teclado comum. Por outro lado, uma tela em alta resolução (também usada no modo tv) surgi sobre a superfície desejada (mesa ou parede). Desse modo, o usuário pode usufruir de um computador ultra moderno, baseado na computação em nuvem, já que o dispositivo não dispõe de muito espaço para armazenamento de dados.

Foto divulgação: Um celular bem diferente
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Infelizmente o Spider é apenas um conceito, todavia, seu inventor acredita que o aparelho representa o futuro da tecnologia. A Apple que se cuide. Este será um concorrente de peso, caso venha a ser produzido, pronto pra desbancar seu "título" de empresa design. Mas o mercado é grande, tem espaço pra todos.

Foto divulgação: Um pequeno espelho direciona onde a imagem será projetada

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Fontes: Daily Mail
            Yanko Design
           Techtudo   

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